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domingo, 9 de agosto de 2009

Daniel Handler, minha maior inspiração.


Por entre lunetas hereditárias, incêndios repentinos, uma inventora, um amante dos livros, uma mordedora e um conde muito mau, está Lemony Snicket, pseudônimo de Daniel Handler e meu escritor favorito. O leio desde os meus doze anos de idade e confesso que durante toda minha mini vida de leitora, nenhum escritor me faz ler livros com tanta vontade como ele me faz. Nada de finais felizes, elfos num reino encantado, nem mesmo artigos sobre estalactites. Porém, muitas cartas à uma misteriosa Beatrice e vários tutores desconhecidos, com costumes estranhos, os quais me fazem devorar cada parágrafo de sua famosa coleção Desventuras em Série.
Lemony Snicket (ou Daniel Handler, como preferir), me faz ver a vida de outra forma. Me faz crer que sempre tem um jeito, assim como diz a famosa frase de sua personagem Violet Baudelaire "there's always something". Até porque, se esses três pobres órfãos passaram por tantos infortúnios, como por exemplo, quase serem atropelados por um trem ou quem sabe serem devorados pela dócil Víbora Incrivelmente Mortífera - acreditem, ela é realmente dócil -, porque ei eu de não conseguir ultrapassar simples obstáculos no decorrer de minha vida?


Mariany.

domingo, 5 de julho de 2009

O inevitável.

Particularmente, eu não tenho medo da morte. Em relação à esse assunto, acho que o que eu tenho é curiosidade. O medo de morrer não refere-se ao simples fato de bater as botas ou abotoar o paletó, mas sim no que você realizou antes de esticar as canelas. Não creio que eu vá para o céu viver sobre nuvens de cereja ou em campos de morango para sempre, nem que eu vá para o inferno arder em chamas durante toda a eternidade. Não acredito em purgatório, nem em reino de Osíris, ou o que queiram imaginar, muito menos em reencarnação. Na minha opinião, a morte é uma parte da vida, apesar da contradição. Embora eu não acredite em nada disso, sinto como se o mundo não acabasse para as pessoas depois de morrerem. Ninguém deve temer os mortos, pois creio que eles devem ter mais medo da gente do que nós deles. Não dou asas à ciência, nem à religião, mas sim ao que eu escrevo em minha mente e, no fundo, todos são assim independente de seguirem ou não uma religião. Para concluir, sigo uma frase que ouvi há cerca de cinco anos atrás e nunca mais esqueci: "Medo da morte? Ah, não. Pra quê? Quando eu morrer já estarei morto mesmo...".

Mariany.